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Mei Kanatani, nikkei nissei brasileira (segunda geração). Engenheira de Alimentos pela Unicamp, esteve no Japão em 2003 como pesquisadora JICA (Japan International Cooperation Agency) na área de esterilização de alimentos na Universidade de Kyushu. Em São Paulo, trabalhou na especialidade de ingredientes alimentícios no mercado brasileiro. Ingressou no Mestrado Europeu em Tecnologia de Alimentos (2008–2010) para estudar e morar na Bélgica, Portugal e Alemanha. A sustentabilidade é a palavra chave deste novo século: “Motivações em comum com o grupo, visando contribuir com a sociedade e construir um futuro melhor através da educação e voluntariado、buscarei compartilhar de idéias e informações para que Mottainai se fortaleça cada vez mais no Brasil e no mundo”. Foi Diretora da FEJESP – Federação das Empresas Juniores do Estado de São Paulo (2001), Presidente da ASEBEX – Associação Brasileira de ex-bolsistas no Japão (2005), integrante do Programa LABY/BID - Banco Interamericano de Desenvolvimento (2006) . É membro do Conselho Deliberativo da ASEBEX, admiradora da beleza da cultura japonesa e da filosofia “Mottainai”. |
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Aconteceu no início de setembro "Flea Market Mottainai 2009" em Yokohama: bens reutilizáveis e usados à venda, assim como presença de expositores, palestras educacionais, cursos relacionados ao tema "mottainai" fizeram parte do evento. Na realidade, pessoas próximas a mim foram prestigiar o "flea market" e achei interessante postar aqui por ter sido um imenso evento!! ものをできるだけ大切に使い、使わなくなったら他の人に活用してもらう (ou seja, utilizar os bens de maneira mais valiosa possível, se não puder mais utilizá-lo, porque não repassar a outra pessoa que poderá usá-lo?). Cerca de 300 expositores fizeram parte do evento, sendo que para cada venda, 7 yens foi revertido para o projeto "Green Belt Movement" da Dra. Maathai.....O site está em japonês mas as fotos dizem muito....Yokohama Mottainai 2009
Tags: Eventos | Japão |
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Agosto é verão na Europa, dias bonitos e ensolarados se seguem. Tempo ideal para ir à praia e simplesmente viajar, mas sem esquecer, claro, do meio ambiente. Foi em Roma que deparei-me com a campanha “Spiaggia Libera” do Ministério do Meio Ambiente italiano e uma mensagem clara e direta: “não jogue lixo nas praias”. E mais, a campanha chama a atenção com números e imagens espalhados pela cidade: 4.000 anos para garrafas de vidro, 1.000 anos para cartões telefônicos, 300 anos para pratos plásticos – são alguns exemplos dos tempos de decomposição dos materiais comumente encontrados nas praias.
A preocupação é devido ao elevado e crescente nível de abandono das praias italianas pelos banhistas: se cada um fizer sua parte é possível evitar que a natureza leve meses ou centenas de anos para degradar os resíduos sólidos, será que é tão difícil fazer a nossa parte? Mais info: http://www.spiaggialibera.net/
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Alemanha produz anualmente cerca de 30 milhões de toneladas de lixo.
O sistema de reciclagem de embalagens pet funciona onde o consumidor paga primeiro, para ter o dinheiro de volta depois. Há um sistema chamado "Pfand" ("depósito") para garrafas ou pet bottles - quando o consumidor compra o produto no supermercado, paga a taxa "Pfand" no ato da compra (outro dia fui comprar um suco, paguei 0,50 euros pela bebida e 0,25 euros de taxa). Este valor é recuperado depois que o consumidor devolve a embalagem no posto de coleta da mesma rede comercial onde adquiriu o produto (como Lidl, Aldi ou Kaufland). Para estes produtos, há indicação no rótulo como a figura ao lado, próximo ao código de barras - mais informações Pfand System
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